sábado, 12 de janeiro de 2013

Eu estive internada no Hospital  Estadual Vereador Melchiades Calazans em outubro 2010, meu filho nasceu com 830g e apgar 2, posso dizer ele foi um milagre.

 Pois morando no interior do estado na cidade de Miracema não teria os 8 meses mais felizes de minha vida. Meu filho foi um guerreiro e os funcionários do Calazans, principalmente da UTI neonatal os anjos.

Mas infelizmente o grande trabalho que foi feito em Pedro Lucas, neste hospital foi por água a baixo, por falta de recurso e conhecimento em minha cidade. E com quase 8 meses de vida em com 6kg, ele veio a falecer.

Portanto , como uma mãe que acredita no trabalho do Hospital Calazans, digo, se as cidades do interior não tiverem hospitais com recurso e qualificação profissional contínua, pois sei que fizeram o que foi possível, com o que eles tinham na minha cidade, mas para Pedro... Outras mães sairão como eu felizes e aliviadas de seus filhos estarem bem, com toda eficência do Calazans e não saberão o que fazer quando precisarem de um socorro em uma unidade sem recurso como a que perdi meu filho, pois sei que crianças prematuras precisam de uma atenção redobrada.


E por isso gostaria de pedir a quem puder nos ajudar a ter um hospital estadual no interior do estado, que nos ajude. Pois sei que esses hospitais fazem a diferença.

Desde já agradeço e obrigada.

Ass.: Crenir

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Perda sem volta

Se pudesse voltar ao passado gostaria de voltar um dia antes do falecimento de meu filho, que foi um guerreiro nascendo com 830 gramas e com apgar 2, ficou internado durante tres meses e durante esses tempo, só fui em casa 2 vezes, foi dedicação total um lindo trabalho feito pela minha médica que conseguiu me encaminhar a tempo de Miracema-RJ para um local com recurso e salvar meu filho, foi um lindo trabalho continuado pela equipe do H.Calazans em Nilópolis-RJ, que só tenho a agradecer, pelos 8 meses mais felizes de minha vida, infelizmente com quase seis quilos meu filho veio a falecer, com 8 meses de vida, por falta de recurso onde se encontrava. Por isso digo se pudesse voltar ao passado voltaria no dia 15 de julho de 2011 e não daria esse recado:" fulano, o fulano pediu para que eu falasse com o senhor e pedisse  uma tomografia da garganta de meu filho", eu exigiria que fosse feito, pois a resposta que ouvi, foi:" não há necessidade, este exame já foi feito", não sabia que raio x era comparado a eficácia de uma tomografia. E será que um "raio x", feito a meses atrás, seria identico em um bebê a meses adiante?
Se pudesse voltaria ao passado....